quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A Morte do Tempo

Em seus olhos vejo a morte do tempo,
Gritando intensamente.
Vi o inferno da aurora da morte...
Talvez o alívio de em breve não mais ser.

A tristeza que não se diz,
Que não se mostra ao ver.
A voz rouca e cansada,
O corpo curvado,
A fraqueza que parece dizer: ACABOU!
Mas em sua mente um grande mistério
Que não se ver.

O que será a velhice?
O que mais dói e faz falta?
Serei um dia a velhice que me assusta?
Se o for, espero continuar vivo enquanto sê-lo.

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